25 de junho de 2008

Mamãeeeeeee!!!!


Depois de meses de esforço e dedicação. Correria e mais correria atráz da bendita HP pelo corredor. Até sentei um bimestre inteiro com o menino mais bitolão quando o assunto é matemática e derivados, mas de nada adiantou.

•10,0 em Contabilidade
•9,0 em Estatistica
•7,0 em Finanças
•4,5 em Custos
É! Isso mesmo! QUATRO E MEIO EM GESTÃO DE CUSTOS.
E se me permitem dizer:
É PRA CAI O CU DA BUNDA MESMO!!!
Estudei, respondi todas, como assim 4,5?
Não tudo bem, não fechei direto, então vamos para os Exames.
Exame na minha faculdade é uma prova que você faz pra recuperar e passar de ano. A média é 7 mas a média no exame é 5, então fica muito mais fácil.
Então a Daia rezou um pouco, estudou um pouco e foi para o tal exame. Dias após, o que ela consegue ver? Um grande REPROVADO! na matéria mais terrível de toda a vida dela.
Reprovada por 1,5, vê se pode? É um absurdo! Me sinto como quando eu tirei meu primeiro 6,0 na escola. Só não chorei, mas estou prestes a chorar de raiva!
Agora, mesmo fora da faculdade vou ter que pagar a bendita e maldita "DP". Todo o mês irei lembrar da assombração que aquela matéria foi na minha vida!
Aliás, a faculdade inteira.
Mas vou sentir saudades...
... ah, não vou não.
E em clima da comemoração do centenário de imigração japonesa no Brasil: Sayoonara!

23 de junho de 2008

Plano B




"- Vou desistir! - disse ela para a mãe.
Com planos sonhos e vontade, ela decidiu parar no meio do caminho e pegar outra estrada:
- Rua Aristides Zanoni s/n, qual o telefone mesmo?
Ali estava o começo do sonho. De concretizar tudo o que ela imaginava a cada passo que dava na estrada errada. Jogou tudo para cima e sem medo de não conseguir pegar de volta, não quer olhar para traz e só enxerga o que vem á 1 hora a frente dela.
- Mas você tem certeza Daiane? Nada disso que você quer é fácil.
- Sim, tanto quanto 1+1 é 2.

E agora lá vai ela.
Do zero novamente, mas com uma pequena vantagem: está com a Sra. Vontade ao seu lado.

... melhor do que querer e fazer
é fazer o que quer!"



...é pois é, a futura administradora agora está em busca de receber o codnome: futura jornalista!
de olhos fechados eu troco os números pelas letras!
Uma tarefa um tanto quanto difícil, destacando que daia+gramática= 0
mas assim como eu cheguei a esse cálculo, com o tempo eu posso mudar esse resultado,
pois é como meu professor de Finanças diz:
"não importa o resultado, o que importa é saber a fórmula e aplicá-la na sua conta!"
Tudo bem que ele fala mais castanhol do que português, mas acho que foi isso que ele quis dizer.
"saber o que fazer e como fazer, o resultado só depende da gente!"
e aqui vou eu...

Aiioooooooooo Silver!!!!!!


Ah, entrando nessa onda de selinhos, ganhei um selo da Talita Corrêa,(brigadaaaaa) e é a cara de:




Avisinho: Quanto a história do post passado, eu vou postando alguns capítulos as vezes ok?

16 de junho de 2008



1
- Você sabe que não se usa pó Royal para fazer pão Luiza!
- Mas é tudo fermento Mel, vai dar na mesma.
- Não vai não! Tem que ser aqueles fermentos que agente compra de colher na padaria. A minha mãe sempre faz com aqueles e eu sei porque ela sempre pedia pra mim descer lá na padaria para ela poder terminar o pão. Ela sempre esquecia de comprar o tal fermento.
- Mel confia em mim. Se o bolo fica bom com pó Royal o nosso pão vai ficar muito bom também.
- Mas Luiza, mesmo com pó Royal nossos bolos nunca saíram bons até hoje! Lembra como saiu o último? Agente teve que fazer rocambole porque nem tinha como cortar.
- Lembra da professora Belinha na 5ª série? Ela sempre dizia: "a ordem dos fatores não altera o produto". Se for para o nosso pão sair ruim, ele vai sair ruim mesmo com pó Royal, mesmo com fermento de padaria, mesmo com a poção mágica da Dona Carochinha. Vamos terminar isso logo!

Luiza e Melissa eram amigas inseparáveis, ponto.
Do tipo que se conheciam desde quando começaram a descobrir o mundo (porque você sabe... agente vive nossa infância, entra na escolinha, aprende 1+1, A+B, mas a vida realmente começa quando descobrimos que A+1 é igual a B e que o X, não é aquele X de Xuxa do final da apostila).
Alta, magra, seios fartos, olhos castanhos, nariz achatado, piercing no umbigo e na língua, cintura fina, pele morena e cabelos (muito¹) enrolados.
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*legenda de rodapé ¹ - sendo objetiva, mas "suavemente sutil"... muito = tipo muito enrolado, um pouco mais crespo do que o normal, “pichaim”, palha de aço, cabelo de nego, lustra panela, paraíso de piolhos, e ... cof cof. Bem, voltando à história.
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Baixinha, gordinha, loirinha, olhos claros e nariz empinado. E o que uma tinha de peito a outra tinha de bunda. E o que uma tinha de piercing a outra não tinha nem furos na orelha.
Mel era alérgica a qualquer tipo de metal em seu corpo. Pelo menos era quando tinha 2 anos de idade, mas o pai de Mel era aquele pai super protetor, preocupado e durão:
-Não! Deus não permite esse tipo de coisa Melissa. O diabo atenta as pessoas a mexerem no corpo que Deus deu para elas, isso é calunia, difamação, blasfêmia!!!
Mas mesmo sabendo que seu pai não tinha a mínima idéia do que seria calunia², Mel era uma filha exemplar. Talvez pelo fato de ter perdido a mãe muito cedo, mesmo com 15 anos de idade Mel era a mulher da casa.
De manhã estudava (aquele estudava entre aspas), assim que chegava almoçava, fazia o que podia com a casa e antes que começasse o filme da tarde já estava na casa de Luiza.
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*legenda de rodapé ² - calunia: afirmação falsa que se faz de alguém sobre crime que este alguém não cometeu.(bem que o pai de Mel poderia estar lendo isso agora)!
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Luiza, (bem) diferente de Mel, não era a menina mais compreensiva com a mãe. Talvez pelo falo de ter perdido o pai muito cedo, Luiza era a “durona” da casa. Com 16 anos já trabalhava e ajudava a mãe com os remédios...
... Luiza trabalhava de terça a sexta-feira junto com a tia no cinema. Oras na bilheteria, oras na cantina. Mas o que importava mesmo eram os ingressos “free” que Luiza recebia aos sábados, que geralmente eram dois, e quando recebia apenas um colocava de volta na gaveta de ingressos sem que ninguém visse. E nas vezes que isso acontecia no momento em que ela tinha uma graninha extra, Luiza entregava o ingresso que teria ganhado para Mel e comprava outro para ela sem que amiga percebesse. Cinema sem Mel não era cinema."[...]

Ah, hoje eu acordei com vontade de escrever uma história.
E ainda fui assistir aquele filme...
" por você eu faria isso mil vezes!"
É sim, O caçador de pipas.

Depois eu posto sobre ele, hoje eu tive que postar sobre o começo da minha história porque ultimamente estava muito foda acordar com criatividade.

Milagre, Milagre.

:**