8 de novembro de 2010

Ressureição de Momentos


Ela sabia que isso iria ter efeito em sua vida para sempre. Um relacionamento com alguém, por mínimo que seja, se torna um acontecimento especial em nossa vida. Uma marca fica. O destino se altera. Por simples e imperceptível pareça ser, a lógica muda. E o Ser Humano sabe muito bem como fazer isso. Homens!
Em tempo, o momento foi bom. Algo para se contar para as amigas. Intenso e nada duradouro. Só que ela se tornou uma menina esperta. A vida lhe deu oportunidades com as falhas, e finalmente ela usou a cabeça, e não o coração. De certa forma, talvez.
O que podemos dizer é que ambos trabalharam juntos, no momento, ajudando o outro. Coisa inédita. Rara. E imbatível. Funcionou na hora.
A mente tirou um, o coração acrescentou outro e Eureka! O plano perfeito estava cumprido.
Só que restos ficaram pelo chão. Antes de sair, ele fez questão de deixar a sua marca. Sem querer, óbvio, porque tudo acontece automaticamente. Uma sujeira que não sai. Ai temos que aprender a lhe dar com ela ali, nos incomodando ás vezes. E ignorando-a sempre.
Porém, o que ela mais temia aconteceu. Sabia que ia acontecer. Sempre acontece. Uma hora cansa, nada fica guardado para sempre. O que incomoda é o constrangimento da situação ter chegando tão longe. Só mais um pouco e tudo ia estar bem, o plano perfeito iria prevalecer. Mas.
Tudo volta como uma avalanche, um carro desgovernado. Pensamentos, memórias, ilusões, tristeza. Nada é divertido hoje. O momento se foi, outro momento chegou e não há lugar para ressureição de momentos. Tudo tem sua hora. Mas ele insiste em voltar.
E ai aconteceu. Não tem como voltar atrás. Deixa o tempo limpar a bagunça que fez. Não querendo culpar o tempo, mas foi ele quem carregou o momento perdido. Ele teve a sua hora, então devia tê-lo deixado ir.
Agora as lembranças fracas, quase apagadas, estremecidas, estão em sua mente. Mas já estão de saída. De saída para libertar, mas nunca fazer esquecer. Porque a lógica mudou o inicio, e o único refúgio para um final feliz é buscar conforto no esconderijo da Felicidade.


Mas onde a Felicidade se esconde?




"o ontem é história e o amanhã é mistério."

29 de setembro de 2010

Not found.

Crise. Crise de criatividade.
Preciso de histórias novas, de um mundo diferente, de cores e música.
A chuva trouxe o cinza e pelo visto ele não quer ir embora tão cedo.

Nos dê mudanças mundo!

30 de agosto de 2010

America Entertainment



Algum dia, alguma pessoa me disse: “eu não vejo graça em série de tv americana”.
Opiniões à parte, cada uma tem a sua, então eu discordo plenamente. Lógico que eu preciso exercer minha função de patriota preferindo coisas brazucas, mas sinceramente eu prefiro perder meu tempo assistindo as séries sem graça do que as três novelas chatas da globo. Sem contar Malhação que cada vez está pior. Não pior, mas se adaptando ao mundo jovem hoje em dia. Ah, dá na mesma.
Eu sou vibrada em Supernatural desde quando começou a primeira temporada no SBT. Depois que acabou, baixei a temporada que faltava e fiquei mais alucinada. Confesso que histórias de diabo, Deus, demônios me atraem delicadamente.
Depois de Supernatural investi em Glee. É comédia e musical. Músicas do cotidiano americano que agente ouve nas rádios todos os dias. E a comédia é inocente e escrachada. Provoca boas risadas. Mas ainda existe apenas uma temporada. E como eu preciso me distrair no almoço, cai no mundo vampiresco de True Blood.
Puts! Definitivamente sangue e sexo não combinam. É sexo com sangue e vice e versa. Tirando que na série a história muda; além dos vampiros chuparem sangue humano, os humanos também bebem sangue de vampiros. Como uma forma de droga, que deixa o Ser Humano mais forte e com maior desejo sexual. E os homens se pegam entre si. Não sei o horário que o canal deve transmitir essa série, mas quando True Blood começar a ser transmitida na Tv aberta, tirem as crianças da sala!
Esse final de semana aconteceu o EMMY, premiação da TV americana. As séries de destaque foram Mad Man e Modern Family. Dos poucos episódios que eu assisti de Modern Family, prefiro as milésimas vezes das temporadas repetidas de Todo mundo odeia o Chris. Série essa que nunca deixa de ser antiga e hilária, assim como Eu a patroa e as crianças e Um maluco no pedaço.
Digam o que quiser, haverá sempre uma série americana muito boa para atingir o gosto brasileiro mais cabeludo. No entando, há uma série brasileira que nunca deixará de ser boa: Sai de baixo.